Ollos dentro de espellos. Rosalía de Castro e Cecília Meireles: um diálogo

dc.contributor.authorNegreiros de Figueiredo, Carmen Lucia
dc.date.accessioned2013-03-19T09:15:56Z
dc.date.available2013-03-19T09:15:56Z
dc.date.issued2011
dc.description.abstractEste artigo analisa as afinidades e diferenças entre vozes líricas –galega e brasileira– a partir da compreensão da presença da paisagem em suas obras. Água, estrelas, nuvens, vento, árvores, céu e mar são elementos naturais que adquirem, tanto quanto a linguagem, caráter volátil e fluido, para expressar, com solidez, traços de identidade cultural, o viés trágico da condição humana, o sentido de mistério e religiosidade, a serenidade, a angústia ou a dor de viver. A paisagem, em Rosalía de Castro (1837-1885) e Cecília Meireles (1901-1964), parece tornar-se recurso estético de apropriação do mundo para expressão da intimidade e, simultaneamente, expõe a alma e a cultura daqueles para quem as poetas falam e de onde falam. Processo semelhante a olhos que, dentro de espelhos, permitem também aos leitores, brasileiros e galegos, profunda identificação.gl
dc.identifier.citationNEGREIROS DE FIGUEIREDO, Carmen Lucia: «Ollos dentro de espellos. Rosalía de Castro e Cecília Meireles: um diálogo», Boletín Galego de Literatura, ISSN 0214-9117, N. 45, (1º Semestre 2011), pp. 225-239gl
dc.identifier.issn0214-9117
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10347/7633
dc.language.isoglggl
dc.publisherUniversidade de Santiago de Compostela. Servizo de Publicacións e Intercambio Científicogl
dc.rights.accessRightsopen accessgl
dc.subjectCecília Meirelesgl
dc.subjectculturagl
dc.subjectpaisagemgl
dc.subjectpoesiagl
dc.subjectRosalía de Castrogl
dc.titleOllos dentro de espellos. Rosalía de Castro e Cecília Meireles: um diálogogl
dc.typejournal articlegl
dspace.entity.typePublication

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