Um país a la gallega. Galiza no NO-DO franquista

dc.contributor.authorBusto Miramontes, Beatriz
dc.date.accessioned2025-12-12T08:47:25Z
dc.date.available2025-12-12T08:47:25Z
dc.date.issued2021-02
dc.descriptionPublicación definitiva da tese doutoral "La Galicia proyectada por NO-DO. La arquitectura del estereotipo cultural a partir del uso del folclore musical (1943-1981)" de Beatriz Busto Miramontes, dirixida polo antropólogo Juan Carlos Gimeno Martín na Universidade Autónoma de Madrid. O libro foi galardoado co Premio Follas Novas do Libro Galego no ano 2022 pola categoría de Ensaio e Investigación. Nel faise unha antropoloxía audiovisual do material que NO-DO, organismo cinematográfico do réxime franquista, proxectou durante máis de 40 anos de ditadura, facendo un uso específico e explícito da tradición musical galega na súa versión máis folclorizada. Analízase, por tanto, a arquitectura cultural galega que opera no dispositivo cinematográfico facendo especial fincapé nos conceptos de representación, cultura, esterotipo e subalternidade.
dc.description.abstractO NO-DO – acrónimo de Noticiário Documental – foi o instrumento cinematográfico de propaganda do regime franquista. Foi criado por acordo da Vice-Secretaria da Educação Popular, a 29 de setembro de 1942, e por resolução, da mesma, a 17 de dezembro do mesmo ano, como um serviço de difusão de noticiários e reportagens, filmados em Espanha e no estrangeiro, “com o fim de manter, com impulso próprio e diretriz adequada, a informação cinematográfica nacional”. A criação de um organismo como o NO-DO não foi fruto da casualidade ou de um interesse informativo. O projeto cinematográfico foi implementado com uma clara intenção: controlar, produzir e reproduzir a informação que chegava à população. Beatriz Busto mostra, o difícil que é destrinçar o legado coletivo, quando ele vem presidido por elaborações e se esquece que ele é construção. O legado que lateja por todo este elucidador trabalho sobre o NO-DO como porta-giratória da complexa realidade comunitária, é o do respeito e o do entranhamento vital. Um trabalho que é um alerta, difícil, mui difícil de praticar, certamente, sobre como hoje estamos construindo o nosso presente e sobre as propostas e imposições me jogo.
dc.identifier.citationBusto Miramontes, B. (2021). Um país a la gallega. Galiza no NO-DO franquista. Através Editora
dc.identifier.isbn978-84-16545-51-3
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10347/44418
dc.language.isoglg
dc.publisherAtravés Editora
dc.relation.ispartofseriesAtravés de Nós; 23
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.accessRightsembargoed access
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectGaliza
dc.subjectNO-DO
dc.subjectFolclore
dc.subjectFranquismo
dc.subjectPoder
dc.titleUm país a la gallega. Galiza no NO-DO franquista
dc.typebook
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublication4cd0dc48-e0bb-40d4-b566-ec9f6ba85077
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