As vacas e os elefantes na obra poética de Lupe Gómez: a construção do eu perante o outro absoluto
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Universidade de Santiago de Compostela. Servizo de Publicacións e Intercambio Científico
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Esta apresentação pretende reflectir sobre o processo de transfiguração
que se opera sobre a presença do animal ao longo da obra
poética de Lupe Gómez e sobre a sua importância para a construção
de uma autobiografia poética que, seguindo o pensamento
de Haraway (1991) poderíamos caracterizar como próxima do
ciborgue, situando-se, como este, no ponto em que a fronteira entre
o humano e o animal é violada. Também Lupe Gómez, enquanto
construção autobiográfica na obra poética da autora, procura ocupar
este não-lugar, entre o humano e o animal. Partindo da leitura
de Derrida (2008) e da indagação sobre a possibilidade de um
ponto de vista do animal sobre o homem-mulher, procuraremos
analisar a obra poética de Lupe Gómez, centrando-nos na construção
desse espaço em que se esbate a diferença entre o humano
e o animal e no qual se prefigura a criação de uma outra humanidade,
no “ponto de vista do outro absoluto” (Derrida, 2008).
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Bibliographic citation
ALMEIDA, Ana Bela: «As vacas e os elefantes na obra poética de Lupe Gómez: a construção do eu perante o outro absoluto», Boletín Galego de Literatura, ISSN 0214-9117, N. 45, (1º Semestre 2011), pp. 147-157



