Uma nova expêriencia poética no Cancioneiro Geral : O sonho de João Barbato
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O Cancioneiro Geral de Garcia de Resende constitui em testemunho
incontornável da mudança cultural que significa o final da Idade Média e o início da
Renascença na vida cultural da Península Ibérica. Publicado em 1516, mostra, a partir
do palco privilegiado que foi a Corte portuguesa, a progressiva inserção de uma estética
nova no meio nobiliárquico e na elite social de um reino que vive uma forte expansão
económica e uma eclosão social, em virtude do seu papel de relevo nesse intervalo
histórico, por ser o momento decisivo da era da expansão ultramarina. O seu
compilador quis deixar constância, perante os outros reinos europeus, do
que em Portugal também se fazia no campo das letras, animando a compor poesia e
fazer gala do talento e da arte do versificar. Do ponto de vista dos géneros Garcia de Resende oferece uma classificação das composições em três grandes grupos, De Louvor (ou gentilezas) e outro com duas ramificações, uma, genérica, que não recebe nenhuma denominação; eoutra referida como cousas de folgar. Precisamente o texto ou as
trovas de João Barbato que constituem o objeto de estudo do presente trabalho possui
tal marca: trata-se, portanto, para o editor, de um assunto “de folgar” que gravita ao
redor de um sonho erótico com uma mulher chamada Violante de Meira
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Traballo Fin de Grao en Linguas e Literaturas Modernas. Curso 2015-2016
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