Fieiras Ceide, CésarFernández Lombao, TaniaTúñez López, Miguel2026-05-202026-05-202025-10-22Fieiras Ceide, C., Fernández Lombao , T., & Túñez López, M. (2025). Periodismo sin periodistas: Análisis operativo y de contenidos generados con IA en los primeros medios sintéticos integrales. Revista ICONO 14. Revista científica De Comunicación Y Tecnologías Emergentes, 23(1), e2275. https://doi.org/10.7195/ri14.v23i1.22751697-8293https://hdl.handle.net/10347/47288La inteligencia artificial está impulsando una nueva generación de medios de comunicación gestionados principalmente mediante algoritmos, caracterizados por su autonomía operativa y una mínima supervisión humana. Este artículo examina el fenómeno de los llamados medios sintéticos y analiza el modelo de funcionamiento, el impacto y los desafíos éticos y tecnológicos de los dos primeros y únicos medios sintéticos integrales: Intar Radio y NewsGPT. La investigación se sustenta en entrevistas en profundidad con los directivos de ambas iniciativas, en el análisis cualitativo de sus plataformas, contenidos generados y comunicados corporativos. Los resultados evidencian un ecosistema emergente que combina innovación tecnológica con estrategias comerciales dirigidas a nichos específicos de audiencia. Estos medios operan de manera predominantemente autónoma, utilizando herramientas avanzadas de IA para la producción y distribución de contenidos, aunque enfrentan barreras como la calidad limitada de las voces sintéticas, los retos éticos asociados y la aceptación por parte del público. La conclusión principal destaca que los medios sintéticos no buscan reemplazar a los modelos tradicionales ni competir directamente con ellos, sino cubrir nichos de mercado específicos, atendiendo demandas concretas de contenido y ofreciendo servicios complementarios que diversifican el ecosistema mediático.Artificial intelligence is driving a new generation of media managed primarily by algorithms, characterised by operational autonomy and minimal human oversight. This article examines the phenomenon of so-called synthetic media, analysing the operating model, impact and ethical and technological challenges of the first and only two comprehensive synthetic media: Intar Radio and NewsGPT. The research is based on in-depth interviews with the managers of both initiatives, on the qualitative analysis of their platforms, content generated and corporate communications. The results reveal an emerging ecosystem that combines technological innovation with commercial strategies aimed at specific audience niches. These media operate predominantly autonomously, using advanced AI tools for content production and distribution, although they face barriers such as the limited quality of synthetic voices, associated ethical challenges and public acceptance. The main conclusion highlights that synthetic media do not seek to replace or compete directly with traditional models, but rather to fill specific market niches, meeting specific content demands and offering complementary services that diversify the media ecosystem.A inteligência artificial está a impulsionar uma nova geração de meios de comunicação geridos essencialmente por algoritmos, caracterizados por uma autonomia operacional e uma supervisão humana mínima. Este artigo examina o fenómeno dos chamados media sintéticos, analisando o modelo de funcionamento, o impacto e os desafios éticos e tecnológicos dos primeiros e únicos dois media sintéticos abrangentes: a Intar Radio e o NewsGPT. A investigação baseia-se em entrevistas em profundidade com os gestores de ambas as iniciativas, na análise qualitativa das suas plataformas, conteúdos gerados e comunicação corporativa. Os resultados revelam um ecossistema emergente que combina inovação tecnológica com estratégias comerciais dirigidas a nichos específicos de audiência. Estes meios de comunicação operam de forma predominantemente autónoma, utilizando ferramentas avançadas de IA para a produção e distribuição de conteúdos, embora enfrentem barreiras como a qualidade limitada das vozes sintéticas, os desafios éticos associados e a aceitação pública. A principal conclusão salienta que os meios de comunicação sintéticos não procuram substituir ou competir diretamente com os modelos tradicionais, mas sim preencher nichos de mercado específicos, satisfazendo exigências de conteúdos específicos e oferecendo serviços complementares que diversificam o ecossistema dos meios de comunicação.spa© CC-BY. 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