Rosário, FilipaVillarmea Álvarez, Iván2026-02-282026-02-282016-12-30Rosário, F. & Villarmea Álvarez, I. 2017. A paisagem no cinema: imagens para pensar o tempo através do espaço. Aniki. Revista Portuguesa da Imagem em Movimento 4 (1), 55 - 632183-1750https://hdl.handle.net/10347/46185Este introdución ao dossier temático 'A paisagem no cinema' apareceu na 'Aniki. Revista Portuguesa da Imagem em Movimento', unha publicación indexada en Scopus (Q3, SJR 2024: 0.106), en MIAR (ICDS 2021 = 3.8) e en Latindex (36 características cumpridas no Catálogo v1.0, 2002-2017), entroutras bases de datos. Ademais, segundo cifras de Google Scholar, foi citada, cando menos, noutros 16 textos académicos.O dossiê temático publicado no número 4.1. da Aniki. Revista Portuguesa da Imagem em Movimento intitula-se ‘Paisagem e Cinema’. O conteúdo da sua introdução corresponde, em primeiro lugar, a um breve estado da arte, que ancora este trabalho dentro da bibliografia sobre o tema e, em segundo lugar, a uma descrição sintética dos discursos desenvolvidos pelos seis artigos que compõem o dossiê: o primeiro estuda a evolução histórica e estética do fundo no cinema russo e soviético das primeiras décadas do século XX; o segundo analisa as representações da paisagem portuguesa na obra do cineasta Manuel Guimarães; o terceiro identifica determinadas técnicas que funcionam como figuras de estilo do psychological landscape film, como a justaposição ou a sobreposição; o quarto interpreta o significado das paisagens urbanas brasileiras que aparecem na longa-metragem A Vida Provisória (Maurício Gomes Leite, 1968); o quinto investiga as relações físicas e conceptuais entre o corpo, a memória e a paisagem através de uma leitura sensorial dos filmes Ten Skies (James Benning, 2004) e Sin Peso (Cao Guimarães, 2007); e, por último, o sexto propõe uma análise comparativa de três trabalhos sul-americanos de não-ficção que mostram distintas paisagens aquáticas como lugares de memória: El botón de nácar (Patricio Guzmán, 2015), Los durmientes (Enrique Ramírez, 2015) e Las aguas del olvido (Jonathan Perel, 2013). O objetivo deste texto preliminar é, portanto, apresentar os principais conteúdos do dossiê e adiantar alguma das suas conclusões. Neste sentido, convém salientar o caráter aberto e polissémico da paisagem, que funciona, dentro e fora do cinema, como um palimpsesto que acumula múltiplos significados. Por este motivo, o cinema que retrata, cria e intervém na paisagem permite perceber, entre outras coisas, a superposição de tempos históricos e subjetivos que se produz em determinados espaço.porhttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.ptEstudos FílmicosPaisagemTempoEspaçoMemória620301 Cinematografía550602 Historia del arteA paisagem no cinema: imagens para pensar o tempo através do espaçojournal article10.14591/aniki.v4n1.304open access