RT Book,_Whole T1 Um país a la gallega. Galiza no NO-DO franquista A1 Busto Miramontes, Beatriz K1 Galiza K1 NO-DO K1 Folclore K1 Franquismo K1 Poder AB O NO-DO – acrónimo de Noticiário Documental – foi o instrumento cinematográfico de propaganda do regime franquista. Foi criado por acordo da Vice-Secretaria da Educação Popular, a 29 de setembro de 1942, e por resolução, da mesma, a 17 de dezembro do mesmo ano, como um serviço de difusão de noticiários e reportagens, filmados em Espanha e no estrangeiro, “com o fim de manter, com impulso próprio e diretriz adequada, a informação cinematográfica nacional”. A criação de um organismo como o NO-DO não foi fruto da casualidade ou de um interesse informativo. O projeto cinematográfico foi implementado com uma clara intenção: controlar, produzir e reproduzir a informação que chegava à população. Beatriz Busto mostra, o difícil que é destrinçar o legado coletivo, quando ele vem presidido por elaborações e se esquece que ele é construção. O legado que lateja por todo este elucidador trabalho sobre o NO-DO como porta-giratória da complexa realidade comunitária, é o do respeito e o do entranhamento vital. Um trabalho que é um alerta, difícil, mui difícil de praticar, certamente, sobre como hoje estamos construindo o nosso presente e sobre as propostas e imposições me jogo. PB Através Editora SN 978-84-16545-51-3 YR 2021 FD 2021-02 LK https://hdl.handle.net/10347/44418 UL https://hdl.handle.net/10347/44418 LA glg NO Busto Miramontes, B. (2021). Um país a la gallega. Galiza no NO-DO franquista. Através Editora NO Publicación definitiva da tese doutoral "La Galicia proyectada por NO-DO. La arquitectura del estereotipo cultural a partir del uso del folclore musical (1943-1981)" de Beatriz Busto Miramontes, dirixida polo antropólogo Juan Carlos Gimeno Martín na Universidade Autónoma de Madrid. O libro foi galardoado co Premio Follas Novas do Libro Galego no ano 2022 pola categoría de Ensaio e Investigación. Nel faise unha antropoloxía audiovisual do material que NO-DO, organismo cinematográfico do réxime franquista, proxectou durante máis de 40 anos de ditadura, facendo un uso específico e explícito da tradición musical galega na súa versión máis folclorizada. Analízase, por tanto, a arquitectura cultural galega que opera no dispositivo cinematográfico facendo especial fincapé nos conceptos de representación, cultura, esterotipo e subalternidade. DS Minerva RD 27 abr 2026