Impressões sobre a arte e o património nas cidades europeias mais visitadas por viajantes portugueses (Londres, Madrid, Nápoles e Paris): Notas para o estudo de uma sensibilidade estética (1860-1910)

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O trabalho intitulado Impressões sobre a arte e o património nas cidades europeias mais visitadas por viajantes portugueses (Londres, Madrid, Nápoles e Paris): Notas para o estudo de uma sensibilidade estética (1860-1910), apresenta uma reflexão sobre a importância da arte, património e cultura artística na descrição de viagens de Portugueses no período que medeia os anos 60 do século XIX e a primeira década do século XX. Nele assistimos ao florescimento de mais de trinta tendências artísticas precursoras da arte moderna. Valemo-nos dos testemunhos de catorze autores portugueses (três senhoras e onze senhores), os quais expressam em dezassete títulos publicados, no formato de cartas, diários e/ ou impressões de viagens, tudo o que observam digno de referência – em especial nas capitais europeias de Londres, Madrid e Paris que são as mais visitadas e, ainda, na cidade de Nápoles pelo interesse histórico e industrial que esta apresenta à época e antes capital do Reino de Nápoles de 1282 a 1816. Parecem-nos óbvias as escolhas: Madrid por questões de proximidade, Londres e Paris como centros de moda e novidades, com a consequente afluência de escolas e tendências que aí se desenvolvem e coabitam; já a última preferência, Nápoles, deve-se à importância histórica que têm então os achados arqueológicos nas cidades de Pompeia, Herculano e Estábia, e interesse industrial que a cidade tem à época, sem esquecer o legado dos autores com pareceres consideráveis sobre a arte e o património napolitanos: Daniel Martins de Moura Guimarães (1827-1893), o único que escreve a respeito das quatro cidades estudadas, e único que descreve Santiago de Compostela, com a preocupação de publicar um guia com o melhor sobre as artes; Visconde de Benalcanfôr (1830-1889) que visita e observa não apenas o Museu de Nápoles e Vesúvio, como a própria cidade e arredores (o visconde escreve, também, sobre Paris e Londres na obra assinada com o nome próprio Ricardo Guimarães); um caso à parte é Maria Celina de Sauvayre da Camara (1857-1929) que descreve Nápoles, muito pouco, se tivermos em conta os cinco meses que aí passa antes de partir para Jerusalém. A seleção geográfica e artística (ao nível dos espólios referenciados) tem, como base, a predominância nas nossas fontes e é condicionada pela impossibilidade de conter, nesta pequena contribuição, todas as observações e obras encontradas e inicialmente estudadas (mais de vinte).

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