Turfeiras da Serra do Espinhaço Meridional - MG. I - caracterização e classificação

dc.contributor.affiliationUniversidade de Santiago de Compostela. Departamento de Edafoloxía e Química Agrícolagl
dc.contributor.authorSilva, Alexandre Christófaro
dc.contributor.authorHorák, Ingrid
dc.contributor.authorMartínez Cortizas, Antonio
dc.contributor.authorVidal Torrado, Pablo
dc.contributor.authorRacedo, Jose Rodrigues
dc.contributor.authorGrazziotti, Paulo Henrique
dc.contributor.authorSilva, Enilson de Barros
dc.contributor.authorFerreira, Celmo Aparecido
dc.date.accessioned2020-05-26T13:54:45Z
dc.date.available2020-05-26T13:54:45Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractAs turfeiras são ambientes especiais para estudos relacionados com a dinâmica da matéria orgânica, evolução das paisagens, mudanças climáticas e ciclos de poluição atmosférica locais, regionais e globais. Elas contribuem para o sequestro global de carbono, funcionam como reservatórios de água e constituem o ambiente de uma biodiversidade endêmica. A Serra do Espinhaço Meridional (SdEM), "Reserva da Biosfera Terrestre", apresenta uma área significativa formada por diferentes tipos de turfeira, que foram descritas em três perfis, situados a 1.250 m (P1), 1.800 m (P2) e 1.350 m (P4) de altitude e classificados respectivamente como Organossolo Háplico Sáprico térrico (P1), Organossolo Háplico Fíbrico típico (P2) e Organossolo Háplico Hêmico típico (P4), de acordo com o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Os três perfis foram caracterizados morfologicamente e, nas amostras coletadas, foram realizadas análises químicas, físicas e microbiológicas. Verificou-se que a localização, a altitude e a drenagem influenciaram os atributos morfológicos, físicos, químicos e microbiológicos das turfeiras da SdEM. O estádio de decomposição da matéria orgânica é mais avançado com a melhoria da drenagem nas turfeiras. O teor de metais pesados está relacionado com o teor e a composição granulométrica da fração mineral e com a localização das turfeiras. O perfil P1 apresentou os mais elevados teores médios de Ti, Zr e Pb; em P2 foram detectados os teores médios mais elevados de Mn, Zn e Cu; e o teor médio de Fe é mais elevado em P4. A intensidade da atividade microbiológica das turfeiras P2 e P4 relacionou-se com sua drenagem e com o teor de metais pesados de suas camadas. gl
dc.description.abstractPeat bogs are a special environment for studies related with the dynamics of organic matter, landscape evolution and climatic changes and with local, regional and global cycles of atmospheric pollution. Peat bogs contribute to the global C sequestration, act as water reservoirs and are the habitat of an endemic biodiversity. The Serra do Espinhaço Meridional (Minas Gerais State, Brazil) - SdEM - a terrestrial biosphere reservation area, contains a considerably large area with different types of peat bogs, which were described in three profiles at 1,250, 1,800 and 1,350 m above sea level and classified, respectively, as Organosol Haplic sapric terric (P1), Organosol Haplic fibric typical (P2) and Organosol Haplic Hemic typical (P4), in agreement with the Brazilian System of Soil Classification. The three profiles were characterized morphologically and the samples were chemically, physically and microbiologically analyzed. It was found that the location, altitude and drainage influenced the morphologic, physical, chemical, and biological properties of the peat bogs in SdEM. The decomposition state of organic matter is more advanced when the drainage in the peat bogs is better. The amount of heavy metals is related with the quantity and granulometric composition of the mineral fraction and location of the peat bogs. The highest mean levels of Ti, Zr, Pb were detected in profile P1, highest mean levels of Mn, Zn and Cu in P2, and the highest mean Fe content in P4. The intensity of microbiological activity in the peat bogs P2 and P4 was related with the drainage and heavy-metal content of its layers.gl
dc.description.peerreviewedSIgl
dc.description.sponsorshipÀ Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG, pelo apoio financeiro para execução de parte deste trabalho, ao IEF/MG (Parques Estaduais do Biribiri e do Pico do Itambé) e à COPASA (APA Pau-de-Fruta)gl
dc.identifier.citationSilva, A. C., Horák, I., Cortizas, A. M., Vidal-Torrado, P., Racedo, J. R., Grazziotti, P. H., ... & Ferreira, C. A. (2009). Turfeiras da Serra do Espinhaço Meridional-MG: I-caracterização e classificação. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 33(5), 1385-1398.gl
dc.identifier.essn1806-9657
dc.identifier.issn0100-0683
dc.identifier.issn10.1590/S0100-06832009000500030
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10347/22572
dc.language.isoporgl
dc.publisherSociedade Brasileira de Ciência do Sologl
dc.relation.publisherversionhttps://doi.org/10.1590/S0100-06832009000500030gl
dc.rights© RBCS, 2009. Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0)gl
dc.rights.accessRightsopen accessgl
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt
dc.subjectOrganossolosgl
dc.subjectMatéria orgânica do sologl
dc.subjectEscala de von Postgl
dc.subjectMetais pesadosgl
dc.subjectOrganosolsgl
dc.subjectSoil organic mattergl
dc.subjectVon Post scalegl
dc.subjectHeavy metalsgl
dc.titleTurfeiras da Serra do Espinhaço Meridional - MG. I - caracterização e classificaçãogl
dc.title.alternativePeat bogs of the Serra do Espinhaço Meridional - Minas Gerais, Brazil. I - characterization and classificationgl
dc.typejournal articlegl
dc.type.hasVersionVoRgl
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublication68b338ab-36b2-4fb9-98e9-5cfbf49032aa
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery68b338ab-36b2-4fb9-98e9-5cfbf49032aa

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